sábado, 11 de setembro de 2010

Iridologia

Encontrei no site do Saúde e Harmomia curiosidades sobre a iridologia. Assim vocês podem entender um pouco mais sobre o assunto.



A HISTÓRIA

A Iridologia iniciou-se no século 19, com um jovem húngaro chamado, Ignats Von Peczley. Quando tinha 11 anos quebrou acidentalmente a perna de uma coruja. Ao olhar nos olhos do animal, observou uma listra negra surgindo na íris. Von Peczley enfaixou a perna e cuidou do pássaro até que ele se restabelecesse e restituiu-lhe a liberdade. Mas o animal permaneceu no jardim por vários anos e Von Peczley, pode observar o aparecimento de linhas brancas e tortuosas, onde primeiramente havia aparecido a listra negra. Esta listra tornou-se finalmente um pequenino ponto preto, cercado por linhas brancas e sombras.

Quando Ignatz von Peczley cresceu tornou-se um médico. Ele jamais esqueceu o incidente com a coruja. O trabalho em salas de cirurgia de hospital de sua universidade deu-lhe a oportunidade de observar as íris de seus clientes após acidentes e precedendo cirurgias. Um estudo sobre as transformações nos olhos coincidindo com traumatismos, cirurgias ou doenças convenceu von Peczley que havia um relacionamento reflexo entre os vários sinais na íris e o resto do corpo. Ele estudava certo que a íris reflete mudanças nos tecidos dos diversos órgãos e criou o primeiro mapa da íris, baseado em suas descobertas.

Em um ponto similar na história o Rev. Niels Lijequist, um clérigo sueco, descobria a relação existente entre o uso contínuo de várias drogas e as descolorações da íris do olho. Extremamente doente quando jovem, Lijequist tomou maciças doses de quinina. Isto o levou a correlacionar o descoramento amarelo everdeado de seu olho e o uso da quinina.

A iridologia progrediu tremendamente desde o século 19, Numerosos terapeutas e cientistas tem estudado iridologia e revisto e ampliado o mapa da íris. Entre eles podemos destacar os trabalhos de Deck e Vida biólogos alemães que relacionaram iridologia e genética humana e também o trabalho do Dr. Bernard Jensen², nutricionista norte-americano que introduziu a ciência da iridologia nos EUA e elaborou um dos mapas mais aceitos atualmente
 
 
O QUE É IRIDOLOGIA?
 
Como uma forma de definição podemos dizer que é a ciência e a prática de revelar inflamações, sua localização e estágio em que se encontram. A íris revela as condições de saúde, determinadas fraquezas inatas e a transição que ocorre no corpo de uma pessoa de acordo com a forma que ela vive. Esta análise completamentar permite ao terapeuta relacionar pontos e sinais na íris com manifestações dos vários órgãos do corpo. O olho tem sido proclamado através dos tempos como o espelho da alma e atualmente nós iridologistas o conhecemos como a janela para o corpo, permitindo-nos vizualizar estados normais e anormais dentro corpo e seus órgãos.
 
 
COMO A ÍRIS REPRESENTA TUDO ISSO?
 
Contidos na íris¹ estão milhares de filamentos nervosos microscópicos. Eles recebem mensagens virtualmente de todos os nervos do corpo por via de concessões aos nervos óticos, tálamo e cordão espinhal. Também microscópicas fibras musculares e finíssimos vasos sanguíneos duplicam as alterações teciduais simultaneamente com os órgãos refletidamente associados. Deste modo, pelo exame das marcas descoloramentos, texturas e outras manifestações da íris, o iridologo está apto a analisar o grau de sanidade de todos os constituintes do corpo humano.
 
 
PRINCÍPIOS VITAIS DA IRIDOLOGIA
 
Todo terapeuta deseja ser suficientemente perceptivo com seus clientes para identificar os problemas o mais depressa possível, pois isto permitirá a intervenção terapêutica menos na restauração da saúde. A meta maior de todo profissional de saúde deve ser dupla: 

  • Usar um mínimo de intervenção terapêutica para restaurar a saúde de seus clientes.

  • Educar seus clientes a adotar uma forma racional de vida a fim de prevenir contra futuros problemas de saúde.

O QUE A IRIDOLOGIA NÃO FAZ?


  • A iridologia não diagnostica as doenças. Sei papel é de analisar condições tissulares indicadas reflexamente na íris, o que é um processo inteiramente diferente.

  • Não acusa evidência de operações efetuadas sob anestesia. Devido ao efeito da anestesia sobre a transmissão nervosa, a íris não registra a condição de um órgão enquanto está anestesiado. No caso de um orgão removido, a íris registra a condição pré cirurgica. 

  • Não revela gravidez. Tem havido alegações de gravidez confirmada, mas nós não aceitamos esta possibilidade.

  • Pedras na vesícula biliar e nos rins não podem ser determinadas pela íris, pois não há envolvimento nervoso. 

  • A Iridologia não é uma análise Psíquica, porém existem métodos de observação da íris para analisar área comportamental, porém são identificados por seus respectivos métodos.

  • A Iridologia não identifica patologia específica do corpo.

  • A Iridologia não confirma a presença de vírus, parasitas, vida germinal ou invasões bacterianas. Todavia mostra as condições tissulares que favorecem o desenvolvimento de situação tipo hóspede. 

  • A Iridologia não pode predizer a extensão da vida de um indivíduo, nem a iminência de sua morte. 

  • Não pode separar a grande quantidade de drogas tomadas nem os poluentes absorvidos
A Iridologia não pode identificar o gênero do ser humano, embora as lâminas da íris frequentemente mostrem traços de maquiagem nos cílios.
 
 
O QUE A IRIDOLOGIA PODE FAZER?
 

  • Identificar a presença e a localização da inflamação
O exame da íris mostrará inflamação aguda com a presença de marcas brancas. A inflamação pode ser sistemática; neste caso a íris inteira estará excessivamente branca (indicando condição ácida do corpo), ou poderá estar localizada. De qualquer forma, uma inflamação aguda é o estágio mais precoce da desordem funcional identificável relevada na íris e é precursora de problemas mais graves se não for tratada. Uma inflamação pode ocorrer como manifestação secundária ou reflexa, de um problema em outro local do corpo que geralmente será relevado na íris. Em estágios mais avançados, a inflamação poderá aparecer na íris como cinza (subaguda), cinza escuro (crônica), ou preto (degenerativa).
 
Mais informações vocês podem dar uma olhadinha no site que citei acima.
 
Uma beijoca e espero que essa novidade possa ajudálos em alguma coisa.
 
Fiquem com Deus

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